Ele para um pouco a leitura para observar se ela estava prestando atenção nas
palavras dele e viu o quanto ela estava vidrada, olhos tão brilhantes quanto à
protagonista do livro.
- Continua...
Abro um sorriso e volto a ler.
“... tudo nela me fascinava, seu corpo, seu olhar, seus movimentos sutis.
Quando estava para retirar a ultima, peço que seja bem devagar. O movimento
dela tirando sua roupa intima era sublime vai até a altura dos joelhos,
ergue uma das pernas, se equilibrando maravilhosamente em uma das pernas.
Repete a mesma coisa do outro lado, mesmo movimento, entregando-me a peça
intima na mão.
Estava em êxtase. Minha
única reação e erguer um pouco o corpo, entrelaçando a cintura dela,
beijando seus lábios com volúpia. Ela era minha senhora, minha dona, a razão
da minha existência. Eu a prendi em mim para não mais soltar.”
Fechou o livro e quando ergueu a cabeça, ela estava bem perto. Como os olhos
marejados, a boca trêmula. Reação que ele bem conhecia quando ela se
emocionava. Nem uma palavra mais foi dita, voltaram para o canto deles e não
somente se abraçaram desta vez, a cadência no movimento dos corpos ditava a
junção das almas e a felicidade que sentiam naquele momento, cúmplices.
Seriam cúmplices pro resto da vida, ou quem sabe, até o amanhecer...



3 comentários:
"Ela era minha senhora, minha dona, a razão da minha existência. Eu a prendi em mim para não mais soltar.”
Que lindo Robs!
Ai, Robs, que maldade esse seu conto. Não tenho ninguém pra ler pra mim! Ai que vontade que me deu!!
Lindo demais, flor, adorei!
Eu sempre sonhei com isso, em ter alguém que simplesmente compartilhasse esses pequenos e mágicos momentos.
Ahh, lá na minha postagem da música do Jamie você achou que eu estava apaixonada? Puxa vida, bem que eu queria mesmo!rs... Mas não, não estou. Só apaixonada pela música dele mesmo :)
Beijão!
HUuuuuuuuuuuuumM, safadinha.
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