Don't be afraid...


So....

Alguns tempo sem escrever, mas foi por um bom ou sei lá, mau motivo.
Fiquei uns dias mal de saúde, devo dizer que a culpa máxima da minha enfermidade, foi minha mesmo.
De uns tempos para cá, mais precisamente um ano, toda e qualquer situação de risco que eu tenho que me deixe estressada, ahhhhhh batata. Fico mal do estômago, não como e blá blá bla;
Passo dias intermináveis tendo náuseas apenas pelo simples fato de tentar comer.
Medo... medo de fazer errado e errar por estar com medo.
Decisões que interferem diretamente na vida social entre escolher o que você ama e o que você também ama, parece estranho, mas é isso.
Já diziam os Indianos que as palavras têm poder e têm algumas que ficam aqui martelando na minha cabeça. Mas isso já vai ser extirpado da minha vida... e logo.
Pois tais pensamentos só estão fazendo com que eu me afaste dos que meus amigos e principalmente de quem eu amo.
A alguns posts atrás eu disse que mudanças eram muito bem vindas e muito úteis. Chegou à hora de mudar de novo e afinal, é verão, o sol está lindo e o tempo de reclusão já passou.
E fazer este mesmo gesto que a caveirinha ta fazendo e que dizer....QUE MEDO QUE NADA....o negócio é ser feliz.

Desenha-me um carneiro?


Parque do Ibirapuera.

Minha primeira vez num lugar tão lindo e tão antigo.
Como eu, paulistana com a idade que tenho, nunca havia pisado em gramas tão verdinhas? Fazia-me esta pergunta a cada passo... rumo ao asteróide B612.
Olhava tudo em detalhes e eis que, minha primeira visão é uma primavera rosa e gigantesca, que me fascinou os olhos e logo depois ela, a OCA.
Todas as janelas com as gravuras dele “Le petit prince". A cada metro quadrado uma surpresa diferente que não se consegue definir.

Gravuras, manuscritos, a historia da vida do Antoine e muitas, muitas coisas lindas.
O universo que se apresenta na exposição te remete as páginas do livro que eu, acredito todos deveriam ler e reler, ver o filme muitas vezes e se deliciar com as comparações que aquele menininho de cabelos dourados como os campos de trigo, fazia com tudo.
Eu, só pra variar chorei ao assistir uma mini peça com o resumo do livro.
Andávamos de lá pra cá e de cá pra lá sem parar e só se ouvia... OHHH....AHHH...OWN.
E esta era a reação de todos que passeavam pelos 4 andares da OCA.
Eu recomendo a todos esta exposição e sei que quem nunca viu o Pequeno Príncipe vai sair encantado de lá como todos.





"O Pequeno Príncipe" - Na Oca...
Visitem.



Mas...desenha-me um carneiro?

Em breve, postagem e layout de natal...





Apenas para ilustrar o Natal de um escritor...que bicicleta que nada, psp então...hunf....o bom e velho livro é o que há...






jingle bell...jingle bell rock... lalalala...

Cinema , pipoca e óculos 3D



Os fantasmas de Scrooge.

Charles Dickens é um escritor secular. Inglês, nascido em 7 de Fevereiro de 1812 e apesar de ser considerado por todos, um escritor nada realista, eu devo discordar. Os fantasmas de Scrooge é baseado em um de seus romances “A christmas Carol" e é tão atual como se fosse escrito nos dias de hoje.
Há alguns meses comprei um de seus romances datados de 1836, "A Pickwick papers”, com tradução no Brasil de “As aventuras do Senhor Pickwick”. Confesso, não li... pois é um livro muito grande e acabei pegando outras obras depois de adquirir esta.
A produção do filme é em 3D, o que deixa a fita mais empolgante, pois é possível participar das partes mais interessantes do longa.
A direção é de Robert Zemeckis, diretor produtor e roteirista, conhecido por participar de algumas das maiores produções do cinema: De volta para o futuro, A morte lhe cai bem, Naufrago Navio Fantasma, entre outros.
Jim Carrey faz o papel principal, mas é acompanhado por Gary Oldman que, mesmo fazendo um homem de mais ou menos metro e meio, dispensa comentários e mesmo em animação é maravilhoso. Alem de outros grandes nomes, como Colin Firth.
Em minha opinião, o que o torna mais interessante é o fato de, mesmo sendo um roteiro de 1843, trata de temas atuais, o que é uma infelicidade saber que o mundo não evolui de fato como deveria, ou melhor, seus habitantes.
Pessoas que escolhem viver para os bens materiais e esquecem que o melhor da vida é viver a vida. Aproveitar o que a vida lhe dá sem pedir nada em troca, a não ser respeito.
O tema, claro apropriado à época, pois como o próprio livro já diz, acontece no natal.
Época onde as pessoas estão mais solidárias que o normal. Porem, isso teria que ser uma pratica de todos os dias, não apenas na comemoração do nascimento de nosso Senhor. Uma celebravação a vida, ao amor. Mas também, nos faz perceber que sempre a tempo de mudar.
A historia é de Ebenézer Scrooge, um homem que vive sozinho, avarento e sem prazer nenhum por nada ao seu redor, a não ser seu dinheiro.Até se deparar com o fantasma de seu antigo sócio que lhe avisa de algumas visitas que ele receberia... deste ponto, se desenrola a história. Eu recomendo, é muito bom.

Compre um combo mega, uma balinha, coloque seus óculos e aproveite.

Given to fly




Tem uns dias que tento escrever sobre a felicidade.
Mas na verdade cheguei a conclusão que isso não se escreve, se sente. Ainda que separada apenas em momentos.
Fragmentada num tempo que nem nós mesmo sabemos quanto pode ser.
Vai de horas a dias e meses intermináveis.
À aqueles que julguem que ela é eterna.
Quem dera os poetas e uma simples simpatizante da escrita, pudesse imortalizar em linhas a felicidade eterna.
Diria, que ela vem por algumas vezes em doses homeopáticas, um sorriso hoje, uma palavra na manhã seguinte um beijo em 15 dias , quem sabe um :
" Poxa, você é muito importante pra mim"...
Ah...um amorzinho em semanas? em 1 mes? Rola? Bom , enfim...
Na verdade isso não deveria importar tanto e sim , o fato dela se apresentar de formas tão variadas que a cada vez que isso acontece você sentisse que foi ao céu. Eu neste caso, não penso em hipótese nenhuma que o céu seja o limite.
Este...seria apenas o começo...

"the love he recieves is the love that is saved
And sometimes is seen a strange spot in the sky
a human being that was given to fly
Flying! Woah...Whole! Flying! Woah...Flying Woah...Oh Woah..."




*Given to Fly - Pearl Jam




Peça de Brechó.


Quem nunca se sentiu uma peça de brechó que atire a primeira pedra. Nem que seja de naftalina.

Peça de brecho é assim, todo mundo entra, toca... diz que é maneira,mas na hora H, não leva. Porque é velha? Usada? Por que enfim?Preconceito, falta de conhecimento? Não às vezes pura e simplesmente por não saber que precisa daquela peça até perdê-la.

Ai chora, se descabela...diz que paga o preço que for.

Mas a vendedora, impassível diz sem ao menos lhe olhar as fuças:


- Era uma peça vintage...oportunidade para raros.


E então se percebe o quanto foi tolo de ter deixado passar aquela oportunidade.

Enfim, peça de brecho é assim, tem dia que ela se sente, velha, amarrotada, rejeitada...mas existem peças que são únicas. Que não tem troca, nem tampouco reposição.

E de repente, você para , olha pra trás e pensa: "Puxa como fiquei tanto tempo sem ela".

Roses...Rosas...



Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão,
Enfim...

Volto ao jardim
Com a certeza de que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar,
Para mim

Queixo-me às rosas, mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti

Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim...